Decor, Arquitetura e Design, Viagem

São Paulo – dia 01

18/06/2017

No início de Maio, xuxu teve um treinamento em São Paulo e eu aproveitei para acompanhá-lo e poder visitar melhor alguns locais da cidade que não conhecia ainda.

Ficamos hospedados no Mercure da Capote Valente e começamos o dia indo até a Oscar Freire que é bem pertinho do hotel. Essas duas pinturas grandes ficam na frente da Iódice da Oscar Freire. De lá seguimos andando pela Rua da Consolação para irmos até uma loja de Comics que xuxu queria conhecer. Na verdade foram duas lojas: a Limited Edition e a Toy Show.

Almoçamos no Pateo, que fica na rua Pamplona (mesma rua da Toy Show), comida super gostosa e bem servida.

  Seguimos caminhando até a Avenida Paulista em direção ao Masp, mas como estava bem tumultuada a entrada com um evento infantil no auditório e a concentração do pessoal para a Marcha da Maconha, resolvi deixar pra ver o Masp um outro dia e fomos andando até a Japan House que estava inaugurando nesse mesmo dia.

 

Chegamos e pegamos uma ” pequena” fila de 1 hora de duração mais ou menos. O museu é super bonito, a arquitetura lindona é autoria de Kengo Kuma, em parceria com o escritório paulistano FGMF Arquitetos. A exposição em cartaz, até 9 de Julho,  Bambu – Histórias de um Japão  revela uma cronologia visual de mais de 150 anos de arte em bambu. O papel Washi é utilizado no interior como divisória dos espaços, teto e paredes. É um ambiente super sensorial, composto pelo térreo e mais 2 pavimentos, uma loja, jardim de inverno, restaurante e café. Também tem uma área no interior, um espaço redondo, circulado por uma parede bambu, onde estava sendo exibida uma edição compacta de seis minutos da animação “O Conto da Princesa Kaguya”, onde a tela no teto convida o espectador a deitar-se nos tatames e apreciar essa arte japonesa. (Ficamos mais quase 1 hora na fila para assistir essa animação. Nessa área é preciso retirar os sapatos para entrar. Eu adorei os pedaços da animação. Achei tão lindo, que quando percebi, as lágrimas já estavam escorrendo do meu olho *.* )

  

Me encantei com a instalação do segundo pavimento:

A ideia de conexão é invocada por Chikuunsai IV Tanabe na instalação, que comunica o piso e o teto da sala entrelaçando 5 mil tiras de bambu sem nenhuma estrutura complementar ou cola. Isso é possível pela escolha do ponto favo de mel na base, cujo uso tem mais de 8 mil anos no Japão. No delicado trabalho, cada tira remete a uma vida que, ao cruzar-se com outras, cria formas surpreendentes. Por mais diversas que sejam as pessoas – como nos contrastes entre a cultura brasileira e japonesa –, os encontros são capazes de gerar e circular energia.

                                   

Quem já foi na Japan House, e o que achou?!

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