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Viagem

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São Paulo – dia 02

19/06/2017

Segundo dia em sampa, o tempo amanheceu meio nublado e mais friozinho. Nosso programação começou indo conhecer o Beco do Batman.

De lá caminhamos um pouco e encontramos a escadaria do Patápio (Vila Madalena) e aproveitamos pra fazer fotos turísticas! kkkk

Partimos então para o Mercado Municipal (ainda não conhecia também). Não comi o sanduíche de mortadela, porque achei monstruoso de grande e eu nem sou super fã de mortadela. Provamos um pastel que estava bem delícia, e depois fui fazer fotos do mercado. Adoro mercados. As luzes deles são maravilhosas!

Do mercado, seguimos caminho para o Ibirapuera. Minha intenção era visitar a Oca e o MAM, mas os dois estavam fechados. Só a lojinha do MAM estava funcionando =/  Aí fiquei só nas fotos deles e do auditório.

O Museu Afro estava aberto e com uma exposição fotográfica maravilhosa!! A exposição permanente do acervo do museu é bem interessante também.

No caminho de volta para o hotel, descemos na Oscar Freire e aproveitei para parar na Benedito Brigadeiro (que tínhamos passado de manhã no dia anterior e achei super fofa e quis provar os brigadeiros). Pedimos um morango recheado e um bolo de pote de cenoura com brigadeiro belga (se não me engano). Minha gente, que negócio maravilhoso!!

E no caminho de volta pro hotel encontrei essa fachada lindinha. E chegando ao nosso quarto, um pôr-do-sol bem lindo pra terminar o dia! <3

Decor, Arquitetura e Design, Viagem

São Paulo – dia 01

18/06/2017

No início de Maio, xuxu teve um treinamento em São Paulo e eu aproveitei para acompanhá-lo e poder visitar melhor alguns locais da cidade que não conhecia ainda.

Ficamos hospedados no Mercure da Capote Valente e começamos o dia indo até a Oscar Freire que é bem pertinho do hotel. Essas duas pinturas grandes ficam na frente da Iódice da Oscar Freire. De lá seguimos andando pela Rua da Consolação para irmos até uma loja de Comics que xuxu queria conhecer. Na verdade foram duas lojas: a Limited Edition e a Toy Show.

Almoçamos no Pateo, que fica na rua Pamplona (mesma rua da Toy Show), comida super gostosa e bem servida.

  Seguimos caminhando até a Avenida Paulista em direção ao Masp, mas como estava bem tumultuada a entrada com um evento infantil no auditório e a concentração do pessoal para a Marcha da Maconha, resolvi deixar pra ver o Masp um outro dia e fomos andando até a Japan House que estava inaugurando nesse mesmo dia.

 

Chegamos e pegamos uma ” pequena” fila de 1 hora de duração mais ou menos. O museu é super bonito, a arquitetura lindona é autoria de Kengo Kuma, em parceria com o escritório paulistano FGMF Arquitetos. A exposição em cartaz, até 9 de Julho,  Bambu – Histórias de um Japão  revela uma cronologia visual de mais de 150 anos de arte em bambu. O papel Washi é utilizado no interior como divisória dos espaços, teto e paredes. É um ambiente super sensorial, composto pelo térreo e mais 2 pavimentos, uma loja, jardim de inverno, restaurante e café. Também tem uma área no interior, um espaço redondo, circulado por uma parede bambu, onde estava sendo exibida uma edição compacta de seis minutos da animação “O Conto da Princesa Kaguya”, onde a tela no teto convida o espectador a deitar-se nos tatames e apreciar essa arte japonesa. (Ficamos mais quase 1 hora na fila para assistir essa animação. Nessa área é preciso retirar os sapatos para entrar. Eu adorei os pedaços da animação. Achei tão lindo, que quando percebi, as lágrimas já estavam escorrendo do meu olho *.* )

  

Me encantei com a instalação do segundo pavimento:

A ideia de conexão é invocada por Chikuunsai IV Tanabe na instalação, que comunica o piso e o teto da sala entrelaçando 5 mil tiras de bambu sem nenhuma estrutura complementar ou cola. Isso é possível pela escolha do ponto favo de mel na base, cujo uso tem mais de 8 mil anos no Japão. No delicado trabalho, cada tira remete a uma vida que, ao cruzar-se com outras, cria formas surpreendentes. Por mais diversas que sejam as pessoas – como nos contrastes entre a cultura brasileira e japonesa –, os encontros são capazes de gerar e circular energia.

                                   

Quem já foi na Japan House, e o que achou?!

Fotografia, Viagem

Olar, 2017

15/01/2017

O ano começou com o mar! Coisa que combina com o mês de janeiro. Janeiro tem gosto de mar.

Na primeira segunda-feira do ano fizemos ela ser qualquer coisa, menos segunda-feira. Fomos passar o dia no Bar da Praia do Pontal do Cupe. Tava bem cheio, mas deu pra aproveitar bastante. O dia, o mar e o sol estavam lindos!

Não conhecia o lugar, na verdade conheço pouco o litoral sul de Pernambuco (parece até que nem sou daqui… coisa que já tá na minha lista de 2017 – conhecer mais lugares do estado).

No bar do pontal você paga pelo carro e pode usar o espaço de apoio com chuveirão e banheiros. A entrada é R$50,00 pelo carro e consumindo a partir de R$100,00 você não paga pela entrada.

A moqueca de camarão é massa!!

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Viagem

Paris – Amsterdam – parte 01

19/08/2016

Aff Jesus!! Atualizada no timing sou eu aqui nas postagens desse blog, né?! Mas enfim, como não é uma obrigação e sim uma diversão, vai na hora que eu posso e estou com vontade (leia-se sem preguiça) de postar! hahahaha!!

Continuando os posts da nossa eurotrip de 2014 (hahahaha), após nossa estadia em Paris nós seguimos para Amsterdam. Fomos de trem, saindo da estação Gare du Nord. Nós compramos os tickets no site da Voyages SNCF, onde você pode escolher a companhia de trem. A dica é: com uns 90 dias de antecedência aparecem passagens em promoção, o que foi nosso caso que compramos passagens por 25 euros para alguns de nossos destinos. A hora de escolher os assentos é meio complicada porque o sistema é que diz os assentos disponíveis por número do vagão, e aí a gente ia pra planta do trem pra visualizar se aquele lugar era bom ou não. A surtada aqui, depois de ler altos comentários de aviso para prestar atenção nas malas, que ficam num espaço logo na frente da porta de entrada do vagão, procurava sempre assentos onde eu pudesse ver as malas, para ficar ligada se alguém ia pegar elas ou não nas estações que o trem parasse! hahahah!! Nós fomos pela Thalys e chegamos na Amsterdam Centraal, que ficava bem perto do nosso hotel lá. Saimos de Paris de 12:25h e chegamos em Amsterdam de 16h mais ou menos. Viagem tranquila, nesse trecho pegamos promoção de passagem para primeira classe, mas nos outros trechos fomos na econômica e pra ser bem sincera, a única diferença é a comida que servem, que na econômica não tem, e dizem que tem wi-fi na primeira classe, mas que para a gente não funcionou. A comida inclusive, não gostei… carne fria… enfim! Nos outros trechos, compramos comida na estação mesmo para almoçar / lanchar no trem e foi muito mais gostoso!

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Amsterdam – a cidade dos canais lindos e bicicletas em tudo quanto é canto! hahahaha!!

Logo ao sair de dentro da estação, você se depara na frente com um estacionamento de bicicletas, mas tipo, um amontoado, uma em cima da outra, literalmente! Nunca tinha visto nada igual! Fomos andando até o nosso hotel, deixamos as malas e saímos para aproveitar o dia de sol. Cidade linda, gente legal, pequena e super agradável!

Demos uma volta pelos quarteirões próximos do hotel da gente, alí nas redondezas do museu de Anne Frank também, que inclusive estava com uma fila imensaaa e eu desisti de esperar para visitar (como íamos ficar apenas 2 dias, queria ver o máximo da cidade, e também sabia que ia ficar muito baixo astral depois da visita e resolvi que não queria ir).

amsterdam-dia-01-1Casas barco <3

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Fomos até o centro, conhecer a praça Dam e saímos andando pelas pequenas ruas das proximidades da praça! Chegamos até a esquina da rua que ia para o Red Light District, mas achei tão baixo astral o clima que dei meia volta e resolvi ir ver outras coisas.

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Detalhe para uma das batatas fritas mais maravilhosas que já comi na vida! <3


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Voltamos em direção à estação, de onde sai a balsa para atravessar para Overhoeks, onde fica o museu The Eye. A arquitetura do lugar é fantástica. Não prestei atenção direito nos horários de funcionamento (como sempre….) e quando chegamos lá já tinha encerrado o horário de visitas. Mas conseguimos dar uma olhada em algumas salas do térreo e depois fomos para o restaurante que tem no térreo, lindo demais, com uma escadaria tão maravilhosa, que o pessoal se reune lá, assim pra fazer um happy hour, conversar, ler um livro…

Depois voltamos pro hotel para jantar no restaurante do próprio hotel que vou mostrar no próximo post! Prometo que vai ser mais rápido que esse post aqui! hahahah!


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Sim, fizemos tudo à pé, nesse primeiro dia (como quase todas as nossas viagens onde é possível fazer trajetos andando). Apenas no segundo dia fizemos o passeio de barco nos canais, para ganhar tempo e aproveitar para dar uma turistada básica-cliché, e seguimos para a programação do restante da cidade. Histórias para um próximo post.