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Destino Buenos Aires - Parte 01
Bom vou começar por etapas, porque eu pretendo descrever muitas coisas. Então pra não faltar nada, vamos dividir o post e destrinchar o que eu puder sobre a cidade maravilhosa de Buenos Aires.

Quem pretende ir a Buenos Aires sozinho, comprando apenas passagem e hospedagem, sem pacote de turismo com guia e tal, é uma ótima escolha. Eu digo isso porque fiz uma leitura mil meses antes de viajar pra montar o meu roteiro, e quando cheguei lá conheci muitos locais, e passei por várias ruas legais, que os pacotes de turismo nem sonham em mostrar. E se perder também é ótimo, porque aí você conhece mais coisa ainda.
Para montar o meu roteiro eu visitei o site do Departamento de Turismo da Cidade, que é muito bom. Também tem o Mi BSAS QUERIDO, também muito útil.
Na livraria achei um guia compacto super maravilhoso da Folha de São Paulo que foi uma mão na roda. Andava com ele na bolsa e toda vez que queria saber onde estava e pra onde queria ir, abria o livrinho e ia descobrindo mais coisas legais. O guia dá uma informação geral sobre a cidade, sobre transportes, clima, hospedagem, moeda do país, além de conter os mapas que abrem e fecham e a marcação dos pontos turísticos importantes, restaurantes, lojas e cafeterias e sorveterias. Atrás do livrinho também tem um desenho do sistema de metrô da cidade que é fantástico… e andar em metrô de Buenos Aires é tudo que há. Mas eu chegarei nesse ponto mais adiante.

Bom, vamos às informações básicas: A moeda que circula no país é o Peso Argentino. Quando em fui (no começo desse mês) a cotação estava 1R$ = 2,07AR$.
Dica: Ao chegar no aeroporto você pode trocar seu dimdim no Banco de La Nación que tem a melhor cotação no aeroporto. Aí vocês decidem se querem trocar logo tudo lá (porque eu só troquei uma parte e me lasquei depois pra trocar o resto, pois muitos bancos só trocam dinheiro com a apresentação do passaporte, e eu viajei com a identidade, pois a Argentina aceita a entrada de turistas com a carteira de identidade, desde que em bom estado de conservação. E as casas de câmbio estavam com cotações bem mais baixas que os bancos). Caso não queiram trocar o dinheiro todo assim que chegarem, marquem um dia no roteiro, de preferência quando forem conhecer o centro, para irem ao Banco Piano: um paraíso de câmbio. As cotações são melhoreeees que a do Banco de La Nación (enquanto este último estava R$1,00 = AR$2,00, no Banco Piano estava a AR$2,06. Uma maravilha!). E lá eles aceitam o câmbio apresentando a cédula de identidade (e o documento de imigração).
As temperaturas médias: em janeiro 28°C e em Julho 10°C (a gente pegou em média 15°C e a mínima foi de 4°).
Em relação ao funcionamento do celular, o meu que é Vivo não tinha sinal nenhum lá. Imaginando isso, levamos um celular desbloqueado daqui e compramos um chip numa lojinha Claro da Av. Santa Fé e compramos um cartão de recarga de 20 pesos.
Em relação à hospedagem eu não sei informar, pois ficamos hospedados na casa de um amigo que mora lá. Porém, segundo o guia da Folha de São Paulo (os preços podem não estar atualizados, pois a edição é de 2008), uma cama em um albergue da juventude custam entre 24 e 32 pesos. Um quarto duplo com café da manhã, a partir de 80 pesos (pousada) e 180 pesos (hotel básico). Nos hotéis de luxo, preços semelhantes aos internacionais.
Com relação aos meios de transporte, temos os táxis, o sistema de metrô e os ônibus. Os táxis são realmente baratos, mas quando comparados ao sistema do metrô (os subtes, como são chamados) são simplesmente bem mais caros. Uma passagem de metrô (com direito a integração com qualquer uma das outras linhas) custa AR$1,10 (R$0,55 gentxxiiii). E é bem rapidinho e super fácil de andar. Em toda estação tem o mapinha e a cor da linha, e o guia da Folha, como eu já disse, tem o desenho do sistema atrás que ajuda a você saber exatamente pra qual estação você quer ir.

Para andar de metrô você pode comprar os tickets direto nas bilheterias das subestações, ou comprar um cartão e colocar crédito neles. Os ônibus também são bem baratos, mas só aceitam moedas. Ao invés de terem o nome do lugar para aonde , são usados números. Para andar de ônibus você deve ir a uma banca de revista e comprar um livro com a listagem dos ônibus, que diz os números, as paradas e o lugar onde eles passam. O preço da passagem depende para onde você vai, mas o mínimo que pagamos foi AR$1,10. Funciona assim: você entra no busão, diz ao motorista para onde vai e ele te diz o valor da passagem. Aí você pega as “
ratinhas” no bolso, e deposita na maquininha atrás dele. Não tem catraca, e nem cobrador! E é super tranquilo. Andei de ônibus em pleno domingo, às 22:00h da noite. Uma movimentação só na rua. Tranquilidade total!
Pra quem vai por conta própria, mas quer fazer uma visita guiada pela cidade, a Subsecretaria de Turismo organiza visitas guiadas gratuitas, a pé e/ou de ônibus, que podem ser por bairros ou temáticas.
Para saber a agenda cultural: www.bue.gov.ar/agenda
TAX FREE
Em Buenos Aires existe o sistema de reembolso de impostos chamado TAX FREE. Fique ligado nas lojas que tiverem o selo do tax free, e mesmo que não tiver pergunte se tem. Funciona assim: você compra um produto fabricado na argentina e pede o tax free ao vendedor. Ele te dá um envelope com um cartão de reembolso que você vai resgatar no aeroporto quando for embora, lá existe um balcão específico para isso. Vale chegar um pouco mais cedo para fazer isso, pois às vezes a fila é grande. Além disso, é bom deixar os produtos que você comprou com Tax Free fáceis, na bagagem de mão de preferência, pois os fiscais podem pedir para conferir. E outra coisa: fiquem ligados na hora de pedir o tax free, pois só devem entrar na nota os produtos exclusivamente fabricados na argentina. Comprei bijoux e lenço na Isadora, como falei no post anterior, e pedi o tax free. A vendedora esqueceu de tirar o lenço que era indiano da nota. Quando cheguei no balcão do tax free a fiscal pediu pra ver o lenço e quando eu mostrei, ela viu a etiqueta e disse que isso invalidava todo o restante da nota. Ainda bem que o reembolso eram só 11 pesos.

Chegando em Buenos Aires você vai descer no Aeroporto Internacional Ezeiza que fica a 35km a sudoeste de Buenos Aires. Procure um táxi credenciado dentro do aeroporto, que são chamados Remises (e mais seguros). Você diz pra onde vai e ele já te diz o valor fechado da corrida. Dê uma pesquisada nos preços, pois existem uns 3 ou 4 quiosques de remises no saguão do aeroporto, e tem uns que são mais caros. Pegamos um taxista super legal, o Juan. Foi nosso guia! Ia nos mostrando e explicando tudo, durante os mais ou menos 40 minutos até chegarmos na Av. Santa Fé, nosso destino final. E ainda nos deu um guia super bacana da cidade, com um big mapa onde tem marcado os pontos importantes de visitação. Peça o seu! Se você também quiser, pode alugar um carro, e no aeroporto também nos quiosques dos táxis existem carros para aluguel.




Bom acho que por hoje é só! Volto no próximo para falar do roteiro em si!
Beijos beijos!
Back for good
Hello pessoas! Estou de volta! A viagem para Buenos Aires foi maravilhosaaa!! Super recomendo, e depois vou voltar aqui pra fazer um mega post de roteiro para quem estiver indo para lá.
Por enquanto que eu não faço isso, pois tem que separar um monte de coisas, eu vim mostrar umas comprinhas que eu fiz!

Cosméticos! Esse gel de limpeza da Nívea é ótimo! Comprei pela metade do preço que é aqui normalmente nos supermercados. Esse creme protetor térmico e antifrizz é ótimo e tem um cheirinho super bom! O pó da Shiseido matificante é muito bom! Dura muito tempo e o rosto realmente não fica brilhando (para quem tem pele oleosa e mista). A base da maybeline Mineral Power é bem boa, dá uma cobertura uniforme e disfarça um pouco os poros (eu tenho alguns poros grandes e marcas de espinhas =/).

Necessáires Donna Lulu que eu levei pra viagem!




Tiaras, presilhas, lacinhos e colares fofos que eu achei na Todo Moda em Buenos Aires. Tem várias dessa loja pela cidade. Na Rua Florida tem bastante delas, e na Av. Santa Fé também tem. Os colares foram da loja Isadora que também tem muitaaaaaaaa bijoux legal. Esses colares que aqui na Trudis são vendidos em média a R$40,00, eu comprei na Isadora a R$10,00. Um sucesso!!!

Cadernetinha fofa da Papeleira Palermo. É um sucesso essa papelaria viu?!

Lenços, lenços e lenços!! O verdinho comprei na feira de San Telmo (R$20,00). O Floridinho na Isadora (R$10,00). O Branco na Folk, que fica no shopping Alto Palermo (R$16,00) e o xadrez colorido na Todo Moda (R$15,00).
Depois volto aqui com o mega post de roteiro para Buenos Aires.
Xerooo!






SUGAR!
Museu Salvador Dalí
Mimos fofos
L’amour
Happy Friends


