Fotografia, Viagem

São Paulo – dia 03

06/07/2017

Terceiro dia em São Paulo e enquanto Xuxu estava em treinamento eu segui para o centro da cidade para me encontrar com as lindas Karine Britto e Naira Mattia! Duas fotógrafas que eu sou fã, conheci o trabalho pelo instagram e me apaixonei!! Quando soube que ia pra SP, mandei mensagem pra Kari pra marcarmos uma saída fotográfica. Ela topou e ainda me deu várias dicas turísticas pra eu visitar. Aí fiquei naquela dúvida se mandava ou não mensagem pra Naira encontrar a gente também. Fiquei com vergonha dela nem me responder, kkkk, mas mandei a mensagem mesmo assim e na hora ela respondeu mandando o número do telefone e falando pra mandar mensagem quando tivesse por lá!

Encontrei a Kari na plataforma da estação São Bento e me surpreendi como ela é altona pessoalmente!! kkk!! De lá fomos até o café Girondino, que fica bem em frente ao largo de São Bento, e nos encontramos com a Naira.

Nossa ideia inicial era ver São Paulo de cima, no Edifício Martinelli, mas, por algum motivo especial não informado, a visitação estava suspensa. Tentamos também ir num outro edifício (que esqueci o nome agora) mas estava em reforma e a visitação suspensa também. Aproveitamos que estávamos por alí e fomos no Centro Cultural do Banco do Brasil, que estava tendo uma exposição de Cícero Dias. De lá tentamos visitar também o Solar da Marquesa, mas também estava fechado.

Fomos então para a Praça da Artes. Achei o local super bacana, com luz e texturas bem massa. O concreto em contraste com vidro e o azul do céu tava formando uma paleta lindona!

Depois seguimos para a Pinacoteca, almoçamos no restaurante de lá mesmo e passeamos pelo interior. Sonho realizado de conhecer aquele lugar. A arquitetura por si só já vale a visita. Fizemos muitas fotos, conversamos, trocamos experiências. Foi uma tarde super, super agradável! A Kari e a Naira são dois amores paulistanos que quero guardar pra vida e sempre que for de novo a Sampa, quero encontrar! <3

Da Pinacoteca, eu e a Kari fomos até o Memorial da Resistência que faz parte do ingresso da Pinacoteca e fica bem pertinho.

O Memorial da Resistência de São Paulo, uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo por meio de sua Secretaria da Cultura, é uma instituição dedicada à preservação de referências das memórias da resistência e da repressão políticas do Brasil republicano (1889 à atualidade) por meio da musealização de parte do edifício que foi sede, durante o período de 1940 a 1983, do Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo – Deops/SP, uma das polícias políticas mais truculentas do país, principalmente durante o regime militar.

Vimos a parte do térreo com a área onde os presos ficavam. O clima do local é bem pesado, mas vale a visita pela importância da memória por todos que sofreram violência e repressão na época. Nos dois pavimentos superiores tem um acervo de obras de arte contemporânea bem interessantes.

Terminado o passeio, segui com a Kari para a Estação da Luz. Eu peguei o metrô de volta para o hotel e ela para a casa dela. Chegando no hotel, fui presenteada pela luz linda do fim da tarde e aproveitei para fazer uns autorretratos e registrar o pôr-dos-sol.

Obrigada garotas pelo dia incrível. Amei de verdade conhecer vocês pessoalmente! Até breve! <3

Viagem

São Paulo – dia 02

19/06/2017

Segundo dia em sampa, o tempo amanheceu meio nublado e mais friozinho. Nosso programação começou indo conhecer o Beco do Batman.

De lá caminhamos um pouco e encontramos a escadaria do Patápio (Vila Madalena) e aproveitamos pra fazer fotos turísticas! kkkk

Partimos então para o Mercado Municipal (ainda não conhecia também). Não comi o sanduíche de mortadela, porque achei monstruoso de grande e eu nem sou super fã de mortadela. Provamos um pastel que estava bem delícia, e depois fui fazer fotos do mercado. Adoro mercados. As luzes deles são maravilhosas!

Do mercado, seguimos caminho para o Ibirapuera. Minha intenção era visitar a Oca e o MAM, mas os dois estavam fechados. Só a lojinha do MAM estava funcionando =/  Aí fiquei só nas fotos deles e do auditório.

O Museu Afro estava aberto e com uma exposição fotográfica maravilhosa!! A exposição permanente do acervo do museu é bem interessante também.

No caminho de volta para o hotel, descemos na Oscar Freire e aproveitei para parar na Benedito Brigadeiro (que tínhamos passado de manhã no dia anterior e achei super fofa e quis provar os brigadeiros). Pedimos um morango recheado e um bolo de pote de cenoura com brigadeiro belga (se não me engano). Minha gente, que negócio maravilhoso!!

E no caminho de volta pro hotel encontrei essa fachada lindinha. E chegando ao nosso quarto, um pôr-do-sol bem lindo pra terminar o dia! <3

Decor, Arquitetura e Design, Viagem

São Paulo – dia 01

18/06/2017

No início de Maio, xuxu teve um treinamento em São Paulo e eu aproveitei para acompanhá-lo e poder visitar melhor alguns locais da cidade que não conhecia ainda.

Ficamos hospedados no Mercure da Capote Valente e começamos o dia indo até a Oscar Freire que é bem pertinho do hotel. Essas duas pinturas grandes ficam na frente da Iódice da Oscar Freire. De lá seguimos andando pela Rua da Consolação para irmos até uma loja de Comics que xuxu queria conhecer. Na verdade foram duas lojas: a Limited Edition e a Toy Show.

Almoçamos no Pateo, que fica na rua Pamplona (mesma rua da Toy Show), comida super gostosa e bem servida.

  Seguimos caminhando até a Avenida Paulista em direção ao Masp, mas como estava bem tumultuada a entrada com um evento infantil no auditório e a concentração do pessoal para a Marcha da Maconha, resolvi deixar pra ver o Masp um outro dia e fomos andando até a Japan House que estava inaugurando nesse mesmo dia.

 

Chegamos e pegamos uma ” pequena” fila de 1 hora de duração mais ou menos. O museu é super bonito, a arquitetura lindona é autoria de Kengo Kuma, em parceria com o escritório paulistano FGMF Arquitetos. A exposição em cartaz, até 9 de Julho,  Bambu – Histórias de um Japão  revela uma cronologia visual de mais de 150 anos de arte em bambu. O papel Washi é utilizado no interior como divisória dos espaços, teto e paredes. É um ambiente super sensorial, composto pelo térreo e mais 2 pavimentos, uma loja, jardim de inverno, restaurante e café. Também tem uma área no interior, um espaço redondo, circulado por uma parede bambu, onde estava sendo exibida uma edição compacta de seis minutos da animação “O Conto da Princesa Kaguya”, onde a tela no teto convida o espectador a deitar-se nos tatames e apreciar essa arte japonesa. (Ficamos mais quase 1 hora na fila para assistir essa animação. Nessa área é preciso retirar os sapatos para entrar. Eu adorei os pedaços da animação. Achei tão lindo, que quando percebi, as lágrimas já estavam escorrendo do meu olho *.* )

  

Me encantei com a instalação do segundo pavimento:

A ideia de conexão é invocada por Chikuunsai IV Tanabe na instalação, que comunica o piso e o teto da sala entrelaçando 5 mil tiras de bambu sem nenhuma estrutura complementar ou cola. Isso é possível pela escolha do ponto favo de mel na base, cujo uso tem mais de 8 mil anos no Japão. No delicado trabalho, cada tira remete a uma vida que, ao cruzar-se com outras, cria formas surpreendentes. Por mais diversas que sejam as pessoas – como nos contrastes entre a cultura brasileira e japonesa –, os encontros são capazes de gerar e circular energia.

                                   

Quem já foi na Japan House, e o que achou?!

Aleatoriedades

aparecendo…

28/05/2017

yoko ono, instituto tomie ohtake, são paulo mirante 9 de julho, são paulo

autorretrato

Eu tinha dito que ia voltar por aqui com mais frequência, né?!

A verdade é que eu não tava sabendo administrar muito bem meus horários (ainda estou tentando) e quando tava com tempo livre, a última coisa que eu queria fazer era ficar na frente do computador.

Eu tenho uma lista de vários posts que eu quero fazer, mas dessa vez não vou prometer…

Muitas coisas do começo do ano pra cá já aconteceram, e nossa já chegamos na metade do ano! =o

Resolvi aparecer para compartilhar algumas coisas e ir voltando aos poucos… eu sinto falta de passar por aqui…

  • em fevereiro eu comecei a fazer terapia. nunca tinha feito na vida. cheguei aos 30 anos e precisava conhecer melhor quem é Andressa e rever algumas atitudes… a vergonha é um fator central do tratamento, algo que me atrapalha em tantas coisas e que eu preciso enfrentar. medos, ansiedade, baixa auto estima, insegurança com meu trabalho, não dizer o que penso e guardar… e olha, em 3 meses já mudei bastante coisa, já comecei a me enxergar de outra forma… ficou mais fácil falar o que penso, às vezes me assusto e nem acredito que falei =x
  • tenho dividido meu tempo trabalhando com fotografia e arquitetura… no momento estou na minha versão mais arquiteta do que fotógrafa, coisa que estava meio desanimada há um tempo atrás, mas estou adorando poder fazer projetos tão interessantes e ter um feedback massa dos clientes.
  • vou participar de um anuário de arquitetura essa ano, e estou super empolgada. Empolgada para fotografar os projetos prontos que vou publicar. Fiz até um workshop de fotografia de arquitetura no Instituto Candela (claro, né?!) com Armando Vernaglia, que foi muito massa!
  • fiz um passeio rápido de fim de semana por São Paulo no começo do mês e tive a oportunidade de conhecer alguns lugares culturais e turísticos que eu tinha vontade de conhecer e não tinha tido tempo da outra vez que fui. E tive o prazer de conhecer pessoalmente 2 fotógrafas e mulheres incríveis: a Kari e a Naira. (essa ida à Sampa vai virar alguns posts em breve!)
  • estou com saudade de fazer autorretratos… simplesmente por falta de tempo mesmo que não estava conseguindo fazer.
  • Semana passada conheci a Katarina Holanda, num encontrinho super rápido, enquanto ela estava de passagem aqui por Recife. Tô adorando esse ir além do virtual e conhecer pessoas que admiro o trabalho, pessoalmente!
  • também mudei de médico ginecologista, especialista em trombofilia (que descobri no começo do ano passado que eu tinha e que nunca poderia ter tomado anticoncepcional na vida e tomei dos 11 aos 29 anos de idade =o ), e descobri que minha taxa de homocisteína está super alta (30, quando o máximo é para ser 15). E não tem nenhum sintoma ” visível” para essa taxa alta. Mas ela é bem perigosa e requer mudar hábitos para melhorar, além de alguns medicamentos. Fica aqui uma atenção para todas as mulheres que tomam anticoncepcional, mas que nunca fizeram um exame para saber se têm alguma mutação genética ou fator de risco que possa comprometer a sua saúde. Eu só descobri depois de 13 anos, quando 1 médica resolveu me perguntar se tinha histórico de trombose na família.

Acho que por enquanto é isso!

Se alguém por aí tiver dicas de como montar um cronograma semanal para otimizar horários, especialmente para uma pessoa que tem 2 profissões, eu iria te agradecer bastante!