Fotografia

No Mercado

23/05/2016

Sábado passado foi a última aula do curso da minha turma Composição e Fotometria do Instituto Candela. Em uma de nossas aulas fomos ao Mercado de Casa Amarela e sábado voltamos para mais uma aula e aproveitar para entregar as fotos que fizemos de algumas pessoas da feira.

As aulas práticas no mercado foram as que mas gostei. A luz, as cores e as pessoas de lá são fantásticas.

Deixo aqui algumas imagens feitas nas aulas. <3

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Fotografia

por Olinda

15/05/2016

Sábado de manhã foi nossa penúltima aula do curso (s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l) de Composição e Fotometria do Instituto Candela. Fomos fotografar em Olinda, começando na Praça de São Pedro e indo até a Bodega de Véio na Rua do Amparo.

Já tô com saudade desse curso… tá acabando =/

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E no final ainda teve música massa de seu Macuca! <3

Fotografia, Viagem

May the 4th be with you

04/05/2016

Em 2014 aproveitamos um dia de muita chuva em Paris (pra variar…) para ir na exposição de Star Wars que estava tendo.

Aproveitando o dia de hoje, may the 4th, resolvi postar essas fotos que fiz da exposição (e, mentalmente, viajar no tempo pra esse dia que foi tão bom).

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Yoda e Chewie <3

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Fotografia

sobre fotografia e mais

11/04/2016

IMG_3667Eu acho que sempre gostei de fotos. Lembro que gostava de ver as fotos antigas da família guardadas naquelas caixas de papelão. Sempre rolava uma descoberta interessante, que gerava sorrisos, gargalhadas (medo também….kkkk).

Lembro que adorava quando minha mãe e meu pai colocavam os filmes da câmera para revelar e ficávamos sempre na expectativa de como seriam as fotos, se tinha prestado, se tinha saído algum dedo na frente (porque meu pai quase sempre colocava o dedo na frente da lente, kkkkk). Tinha vezes até que a gente ia pegar o filme revelado na maior empolgação e o atendente dizia que não tinha foto nenhuma, que o filme tinha queimado ou nem tinha encaixado direito na máquina!! hahahah!! Dávamos altas risadas disso!

Fato é que a fotografia sempre gerou bons sentimentos dentro de mim.

Quando a era digital começou, quase todo mundo que eu conhecia tinha uma máquina digital (aquela sony cybershot, com a lente carl Zeiss) e eu me realizava vendo as fotos dos outros! Sempre gostei de ver as fotos dos outros. Até que finalmente a minha irmã ganhou de aniversário uma câmera digital. Acho que era uma samsung. E eu e ela nos divertíamos tanto fazendo fotos pra postar no finado fotolog, no flickr, no orkut! hahaha!! Um dia eu peguei a câmera dela emprestada pra fazer uma visita de estudo de caso num terreno atrás da reitoria da UFPE, pra fazer um trabalho da faculdade e fui assaltada. O cara levou a câmera dela. Na hora, na minha cabeça eu só via o rosto dela reclamando comigo! kkkkk

Tempos depois, eu tive a oportunidade de comprar minha primeira câmera digital. Foi uma cybershot da sony, que hoje é de mama querida. E eu comecei a explorar o mundo com ela. Na época tinha tido até um pequeno curso de fotografia na faculdade, voltada para arquitetura e eu não pude fazer porque o orçamento não permitiu. E foi a partir daí que eu resolvi aprender mais sobre esse mundo que tanto me encantava.

Via vídeos (poucos que tinham na época), pesquisava bastante na internet. E aí resolvi que precisava aprender a controlar a máquina do jeito que eu queria, precisava de uma que me permitisse usar o modo manual e aprender a controlar a luz. Em 2010 comprei uma semi-profissional da Fuji (e eu era apaixonada porque ela tinha um zoom incrível hahahahah). Aí continuei a explorar e a treinar, pra aprender a configurar o manual para as diversas situações de luz. Eu era a louca da foto: foto de pé (ainda adoro fotografar meus pés), de flor, de mato, de céu, de cachorro, de grade….

Em 2012 eu comprei a minha primeira DSLR, uma Nikon, minha querida que está comigo até hoje. Comprei na minha viagem de Lua-de-mel e com ela eu pude explorar  ainda mais profundidade de campo, equilíbrio de brancos, exposição….

Com ela eu me joguei mais na fotografia e fui descobrindo um ambiente que me fazia tão bem. Comecei a fotografar pessoas e via que elas davam sentido às minhas imagens. Em 2013 eu comecei a pegar trabalhos de fotografia, não muitos, foi mais por incentivo de uma querida da família que me disse que meu olhar tinha sentimento (obrigada Lucia!). E pra ser sincera: esse caminho não teve volta. A fotografia despertou em mim um sentimento de realização que a arquitetura (profissão que eu escolhi para me formar e seguir) não reverberava em mim, apesar de eu gostar também dessa área. E vivi internamente tanto tempo num dilema de achar que eu não poderia ser plural, que eu não poderia fazer mais de uma coisa como trabalho. E sofria internamente por achar que ser autodidata na fotografia fazia de mim menor em relação a todas aquelas outras pessoas que faziam cursos ou uma faculdade de fotografia.

Até que, em 2014 eu conheci um lugar chamado Instituto Candela e me inscrevi no curso de Introdução ao Retrato. Eu já trabalhava fotografando pessoas, mas queria me aprofundar mais no assunto, queria descobrir mais, aprender mais. E esse lugar mágico me fez fazer uma imersão interior e descobrir tantas coisas boas. Foi inclusive lá, nesse curso, que eu descobri o autorretrato como algo muito além da selfie. Eu aprendi a olhar de novo pra mim, a procurar me conhecer, a me ver em terceira pessoa e abrir os olhos para cantos meus que eu fechava os olhos há tanto tempo.

O Candela é desses lugares que te cabem dentro. Independente do seu tamanho. Ele te abraça e faz você não querer ir embora. Ele instiga você a buscar sempre mais, a estudar mais, a ser melhor como pessoa. Vai muito além de um curso de fotografia. Vai muito além de técnica. É mais significado.

E agora, depois de 2 anos, estou retornando para fazer mais um curso lá. Na verdade estou fazendo uma nova imersão, um mergulho. E uma das coisas boas  desse universo são as pessoas. É a troca de experiências, as conversas, as variadas formas de expressão. É estar em contato com outros mundos além do seu… e isso pra mim é tão massa, justamente por eu trabalhar em casa e não ter diariamente tanto contato com pessoas fora do círculo comum, além de me incentivar a expressar sentimentos, algo que sempre foi e ainda é tão difícil.

A minha jornada ainda está só começando, mas eu só quero dizer obrigada ao Candela por me ensinar a libertar minha expressão, independente de como ela seja. Apenas, ser.

Valeu Ivan, Samara e Nina! <3